sexta-feira, 1 de novembro de 2024

PELOTÃO BRASIL NA 14ª BRIGADA DE INFANTARIA MOTORIZADA

Em 26 de setembro, uma representação do Pelotão Brasil esteve em Florianópolis em visita de cortesia ao comandante da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada,  General de Brigada Gelson de Souza.

Recorde-se que uma das missões que mais marcou o PB, em termos de novas experiências e aprendizado, foi a Missão Oiapoque, onde estivemos junto Comando de Fronteira Amapá/34º Batalhão de Infantaria de Selva, à época sob o comando do então coronel Gelson.

Durante a visita os membros do Pelotão fizeram a entrega ao Gen. Gelson da Medalha Cinquentenário das Forças de Paz do Brasil, concedida pela Associação Brasileira das Forças de Paz do Brasil, tendo a imposição sido feita em formatura com os oficiais e praças da Brigada.

Na ocasião foram lembrados momentos da Missão Oiapoque, quando o PB, acompanhado pelo então coronel Gelson foi Clevelândia do Norte, onde, alojado na Companhia Especial de Fronteira, pode acompanhar treinamento de militares da Brigada Paraquedista e outras atividades típicas dos militares da região.

A representação do PB ficou alojada no Hotel de Trânsito de 63° Batalhão de Infantaria Motorizada até o dia 28, quando se encerrou a visita.

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Brasil!





 


quarta-feira, 23 de outubro de 2024

CIGS MINISTRA O CURSO INTERNACIONAL DE OPERAÇÕES NA SELVA 2024

Recentemente, quando esteve em Manaus para participar das atividades comemorativas do 60º aniversário do CIGS, o comandante dessa OM, Cel Glauco Corbari Corrêa, trouxe ao Pelotão Brasil um resumo das atividades que o CIGS vem desenvolvendo.

Dentre essas, o Curso Internacional de Operações na Selva 2024, com 21 alunos de 11 países: Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Índia, Japão, Paraguai, Polônia, Senegal, Tanzânia e Uruguai.

No dia 11 de outubro aconteceu a formatura de apresentação dos alunos, presidida pelo Gen Ex Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves, Comandante Militar da Amazônia.

Segundo o General, é muito importante para o Brasil e para o mundo a troca de experiências e formação dos guerreiros de selva, “fazendo ecoar a mística da guerra na selva e levando consigo, além de competências internalizadas durante o curso, o espírito inarredável de respeito e proteção à Amazônia”.

Outro ponto destacado pelo General foi a integração e e o estabelecimento de laços de amizade fraterna entre as nações amigas representadas pelos militares estrangeiros. Para Neves, é um privilégio para o CMA receber militares com variedade de experiências profissionais

Com duração de 6 semanas, o curso é ministrado em inglês e dividido em 3 fases: vida na selva, técnicas especiais e operações. Nessa última fase, os militares colocam em prática os ensinamentos adquiridos ao longo das fases anteriores.

Selva!

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quarta-feira, 9 de outubro de 2024

O PB e o 10.º Batalhão de Infantaria Leve - Montanha (10º BIL Mth)


O 10.º Batalhão de Infantaria Leve - Montanha (10º BIL Mth) é uma unidade do Exército Brasileiro sediada em Juiz de Fora, Minas Gerais e subordinada à 4. ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha.

Em 2018, o Pelotão Brasil esteve naquela unidade, à época comandada pelo então TC Guilherme Motinha Nunes.

O batalhão é a 5ª unidade mais antiga do Exército, com origens na Cia de Dragões, criada em São Paulo em 1749.

O Btl participou de operações da ONU em Suez, Angola e Haiti, além de operações de manutenção da lei e da ordem (GLO) em diversos pontos do país.

O PB ficou alojado em seu quartel, tendo seu comandante apresentado a unidade em termos de história, estrutura e missões, dentre elas a manutenção do período básico do Curso de Formação de Sargentos, que na unidade, tinha a maioria dos alunos do sexo feminino. O PB participou de atividade de bloqueio da via pública desenvolvida pelo curso.



Aconteceu também a apresentação de técnicas de montanhismo, envolvendo escaladas e transposição de vias equipadas - foram experiências inéditas para todos os componentes do PB.



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sábado, 17 de agosto de 2024

PELOTÃO BRASIL VISITA O CMA E O ESPAÇO CULTURAL CAPITÃO-MOR PEDRO TEIXEIRA




Em sua recente missão junto ao CIGS, o PB visitou o Comando Militar da Amazônia - CMA, onde foi recebido pelo seu comandante, o Gen Ex Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves.

O Gen Costa Neves deu aos integrantes do PB uma ampla visão do CMA, sua história, estrutura e responsabilidades, que podem ser sintetizados na frase do Gen Rodrigo Octávio: "Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la!".

Na ocasião, o PB visitou o Espaço Cultural
Capitão-Mor Pedro Teixeira, um marco que 

valoriza a cultura e as tradições da Amazônia, destacando sua importância histórica e que está instalado nas dependências do CMA.

O Capitão-Mor Pedro Teixeira, nascido em Portugal veio ainda jovem para o Brasil, onde lutou contra invasores ingleses, franceses e holandeses, além de ter explorado a região, por terra e por via fluvial.

É digno de nota o fato de ser conhecido pelos indígenas da região como "Curiua Catu", ou "o bom/amistoso homem branco". 

Por seu trabalho é conhecido como "O Conquistador da Amazônia" - seu nome foi dado ao 2º Batalhão de Infantaria de Selva – Batalhão Pedro Teixeira - sediado na cidade de Belém, onde o PB já esteve em missão.

Ao entrar no Espaço Cultural , os visitantes
são recepcionados por um holograma do próprio desbravador , que apresenta as atrações do local. Dois totens interativos detalham a história da conquista e ocupação da Amazônia, desde 1492.

Além disso, outro totem com conteúdo diversificado aborda curiosidades da Amazônia, a galeria dos antigos comandantes militares da Amazônia, as fortalezas da região, conflitos históricos, cultura folclórica, organizações militares e indicadores socioeconômicos e culturais da Amazônia ocidental.

Telas interativas destacam assuntos relacionados à proteção e defesa da Amazônia ocidental, operações militares e palestras sobre várias temáticas específicas.

O espaço também possui recursos para exibição de vídeos sobre a biodiversidade, o turismo e a cultura local.

O Espaço Cultural está aberto à visitação pública mediante agendamento, que pode ser feito através da Comunicação Social do CMA, e-mail comsoc@cma.eb.mil.br ou pelo telefone (92) 3659-1155.


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domingo, 4 de agosto de 2024

EXÉRCITO AJUDA A EVITAR TRAGÉDIA EM JUNDIAÍ

 



Na noite de  31 de agosto de 1946 um incêndio destruiu a Garage Americana, situada na Rua Dr Torres Neves, na então Praça Amparo, hoje Praça Dr. Domingos Anastácio, em Jundiaí/SP - boa parte dos componentes do Pelotão Brasil são originários dessa cidade.

Soldados do então 2º GO 155, hoje 12º GAC (o quartel ficava no centro da cidade), arriscando suas vidas, auxiliaram no combate às chamas, especialmente na retirada de 50 tambores de gasolina e 8 de óleo que estavam guardados no estabelecimento - se não tivessem sido retirados a tempo, certamente aconteceria uma explosão e o fogo se propagaria pelas casas vizinhas - seria uma tragédia.

O jornal erradamente se refere à unidade como 2º Grupo de Artilharia de Dorso (2º GADo), mas a unidade já tinha um novo nome desde maio daquele ano.

Como não havia bombeiros na cidade, bombeiros de Campinas vieram terminar de extinguir o incêndio. 

Os prejuízos foram da ordem de cem mil cruzeiros, e o estabelecimento não estava no seguro - esse valor corresponde a cerca de R$ 190 mil na atualidade. Segundo anúncio publicado no jornal que noticiou o incêndio (O Estado de S. Paulo de 3 de setembro), um automóvel Chevrolet 41 valia 58 mil; sem dúvida os prejuízos foram grandes...

Foi mais um serviço que o Exército prestou a Jundiaí.

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quarta-feira, 10 de julho de 2024

Mais um Encontro dos Guerreiros de Selva

 



No dia 6 de julho realizou-se em Campinas o VI Encontro de Guerreiros de Selva do Estado de São Paulo. 

O evento aconteceu nas dependências do Círculo Militar de Campinas, coordenado pelo Cel Cunha Neto, a quem o Pelotão Brasil cumprimenta pela excelência do evento. 

Foi uma excelente oportunidade para confraternização e reencontro de camaradas e amigos, com a presença de quase duzentas pessoas. 

Na ocasião, o Cel Cunha Neto anunciou a realização do VII encontro, a ocorrer no próximo ano, no mesmo local, onde já ocorreram os encontros V e VI.

As unidades responsáveis pelos encontros foram o 12º GAC (I e II) à época comandado pelo Cel Silva Martins, o III no 2º BLog (Cel Castelo Branco). O IV aconteceria na EsPCEx (Cel Espínola), mas acabou sendo cancelado em função da pandemia.

Já o V e VI tiveram como responsável a 11ª Bda Inf Mec, comandada à época dos encontros pelos Gen Bda Oliveira e Budó, respectivamente.


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domingo, 23 de junho de 2024

O PB no 8º Batalhão de Suprimento de Selva (8º B SUP SL)

8º DE


Em 2022, como parte da Missão Navegantes, o PB esteve no  8º Batalhão de Suprimento de Selva (8º B SUP SL), então chamado 8º D SUP - uma unidade com características bastante diferentes das usualmente encontradas naquelas com as quais o PB estivera anteriormente.

À época comandado pelo então TC Antonio Augusto Alves Ceschin, o 8º B SUP SL tem como missão prestar apoio logístico e de suprimentos às organizações militares diretamente subordinadas ao Comando Militar do Norte (CMN) e Cmdo 8ª RM.

Para isso emprega seus meios orgânicos para deslocamento por itinerários rodoviários e fluviais na Amazônia Oriental.

Durante a visita, o PB conheceu as instalações da unidade, especialmente seus armazéns, câmaras frias e laboratórios voltados ao controle dos produtos alimentícios destinados à tropa.

Posteriormente o PB conheceu, e a partir da Base Naval de Val de Cans, fez um percurso pela baia de Guajará a bordo do ferry boat Marechal Bittencourt, um dos meios de transporte fluvial mais modernos do Exército, capaz de transportar 120 toneladas de suprimentos para abastecimento das OMs atendidas pelo 8º B SUP SL.



Em https://www.youtube.com/watch?v=JyV4dWD9Ftc há um vídeo em que aparece a embarcação.

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segunda-feira, 20 de maio de 2024

CIGS: celebrando 60 anos de excelência na selva

O Pelotão Brasil está se preparando para voltar a Manaus, onde participará das atividades comemorativas do 60º aniversário do CIGS - mais informações sobre essas atividades que vão acontecer entre 27 de maio e  1º de junho, estão em https://sgscigs.com.br/.

Ao longo das últimas seis décadas, o Centro
de Instrução de Guerra na Selva (CIGS) tem sido responsável pela formação de recursos humanos especializados em combate na selva, prestando importante contribuição para a região amazônica e para o Brasil como um todo. 

Desde sua fundação, o CIGS se estabeleceu como um centro de excelência no treinamento para atividades militares na selva, transformando indivíduos comuns em Guerreiros de Selva habilidosos e resilientes.

A celebração do sexagésimo aniversário do CIGS é um testemunho vivo do impacto duradouro que essa Organização Militar  trouxe às  Forças Armadas e à nação brasileira. 

Os desafios da selva não apenas moldam guerreiros hábeis, mas também contribuem para a formação de cidadãos responsáveis e líderes inspiradores. 

O CIGS é uma lembrança constante de que quando a determinação se encontra com a aprendizagem significativa, os limites se transformam em oportunidades de crescimento.

Repetindo o brado que nasceu no CIGS: Selva!!!!!

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quarta-feira, 8 de maio de 2024

O 63º BATALHÃO DE INFANTARIA - UMA UNIDADE DE ESCOL



Em uma de suas missões, o Pelotão Brasil esteve junto ao 63º Batalhão de Infantaria, aquartelado em Florianópolis e à época comandado pelo então TC Andre Vicente Scafutto de Menezes. 

O 63, tem suas origens no  Regimento de Moura, do Exército Português, que chegou ao Brasil em  1767  para lutar contra os espanhóis na guerra pela posse da região do Prata.

Nessa campanha, fez parte das   tropas do General João Eduardo Von Bohm, que expulsaram os espanhóis do atual território do  Rio Grande do Sul.

Com as sucessivas reorganizações do Exército, chegou a 1973 como  
14º Batalhão de Caçadores, quando  foi transformado em 63º Batalhão de Infantaria, tendo recebido em  1986 a denominação histórica de Batalhão “Fernando Machado”,  em homenagem ao maior herói militar nascido na Ilha de Santa Catarina.

No posto de Coronel, durante a Guerra do Paraguai, Fernando Machado comandava a   5ª Brigada de Infantaria às margens do rio Itororó - fiel ao espírito de Caxias, que pronunciou ali sua célebre frase "sigam-me os que forem brasileiros" - tentou cruzar a ponte, sobre a qual foi morto por fogo da artilharia paraguaia. 

O 63 também participou de inúmeras  campanhas militares ao longo dos séculos XIX e   XX. Além de enviar efetivo para a II Guerra Mundial, o Batalhão participou de  missões de paz em Angola, Timor-Leste e Haiti.

O Batalhão também atuou junto à defesa civil nas enchentes que assolaram Santa Catarina, cumpriu missões de Garantias da Lei e da Ordem no Rio de Janeiro, nos complexos de favelas do Alemão, em 2010, e da Maré, em 2014 e 2015.

Também compôs as forças de segurança  dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016 e atua no combate a ilícitos transfronteiriços e ambientais. Seu NPOR já formou mais de 1.000 oficiais.

Foi uma honra para o PB ter estado em tal unidade.


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quinta-feira, 18 de abril de 2024

JUNDIAÍ JÁ TEVE UM TIRO DE GUERRA

Os Tiros de Guerra (TGs) são organizações do Exército encarregadas dar uma formação militar muito básica aos jovens, que em situações de emergência podem ser empregados em operações de defesa territorial e defesa civil.

Os TGs são estruturados de modo que o convocado possa conciliar a instrução militar com o trabalho ou estudo; a organização de um TG ocorre em acordo firmado com as prefeituras e o Exército, que fornece os instrutores (normalmente sargentos ou subtenentes), fardamento, armamento e equipamento, enquanto a administração municipal disponibiliza as instalações. 

Aqueles que prestam serviço militar em um Tiro de Guerra são chamados "atiradores", e não "soldados" - o Cap. Marco Aurélio Roda, oficial do 12º GAC, que tem apoiado o Pelotão Brasil em suas atividades, iniciou sua carreira militar como atirador - mais tarde, foi responsável pela criação do Tiro de Guerra de Carauari, no Amazonas e comandou o TG de Ituverava.

Também foi atirador o S Ten André Nascimento Biscaro, Adjunto de Comando do 12º GAC.

Poucos conhecem esse fato, mas na primeira metade da década de 1930 Jundiaí já teve um Tiro de Guerra – era o TG 132, que era chamado por muitos "Linha de Tiro".

A sede do TG 132 ficava na rua Capitão Damásio (atual Mal Deodoro da Fonseca), e segundo o Cel. Benevides, que comandou o 12º GAC, tinha um estande de tiro na área do hoje bairro da Colônia.

O TG 132 tinha uma banda e um "jazz band" - pequena grupo que tocava música popular, especialmente jazz, muito em voga na época.

Com a criação de uma "Bateria de Quadros" no 2º Grupo de Artilharia de Dorso (hoje 12º GAC), uma bateria destinada a formar reservistas de 2ª categoria, o TG 132 encerrou suas atividades em fins de 1936.

Durante a Revolução de 1932, o TG policiou nossa cidade, pois as unidades do Exército e da então Força Pública foram enviadas ao front.

A foto abaixo, foi publicada pela revista "Sultana", que circulou em nossa cidade; era o número 24, de setembro de 1935 e mostra os atiradores do TG 132 defronte à Catedral durante a cerimônia do Juramento à Bandeira.


Abaixo outra imagem preciosa, mostrando uma formatura do TG em 1917, à qual esteve presente Eloy Chaves, empresário radicado em nossa cidade, que exerceu importantes cargos na vida pública (vereador, deputado, secretário de estado) e que lançou as bases da previdência social em nosso país.


O prédio à direita é o do Ginásio Hydecroft, demolido para a construção do quartel do centro. Ao fundo, a Igreja do Rosário, também demolida para a abertura da Rua Major Sucupira.

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Brasil!